NOSSA HISTÓRIA  

Quando iniciei no mundo corporativo, lá na década de 70 do século passado, o jovem entrava em uma empresa para trabalhar e recebia programas de integração e outros treinamentos, através de cursos e workshops, muitos envolvendo viagens para outros estados, aprendendo e discutindo com os pares de outras filiais, desenvolvendo competências e habilidades.


Havia empresas que tinham excelentes espaços, bem equipados, dedicado ao Centro de Treinamento. Muito aprendemos com estes investimentos das organizações em busca de resultados melhores para as equipes, para os seus negócios. A satisfação em receber esse tipo de cuidado com o nosso desempenho, era tal que vestíamos a camisa da organização, de modo que a empresa era nossa também, pois além do treinamento em si havia uma integração com o grupo.


E hoje? Como estão os colaboradores das empresas que pouco investem no desenvolvimento do seu recurso mais valioso? A competência técnica espera-se que ele a traga para o desempenho do cargo em que se inscreveu. Caso não esteja a contento, haverá oportunidade de treinamento em serviço. No processo seletivo provavelmente serão medidas as suas habilidades sociais, mas não suficiente para constatar a sua performance comportamental dentro da organização, sua capacidade de trabalhar em grupo, seu percentual de resiliência e empatia, sua inteligência social e emocional.

 
Retribuindo

Diante de um mundo em constante mudança, o que era normal ontem, hoje já não é mais adequado. E como fazer com aquele competente colaborador que não se atualizou?


Fica a pergunta: Será que não estamos perdendo tempo e oportunidade de ganhos em manter esse modelo? Será que não é tempo de se Recriar os Centros de Treinamentos para desenvolver habilidades sociais nos nossos colaboradores, visto que as pesquisas apontam que, a maioria dos jovens que ingressam nas empresas carecem de Relacionamento Interpessoal?


Sabendo que hoje vivemos num mundo de oportunidades, em face disso, muitos jovens que ingressam em uma empresa, em pouco tempo já estão trocando de emprego, não caberia também identificar a verdadeira razão dessa troca?  


Que estratégias as organizações deveriam criar para reter os talentosos, os inovadores em potencial. Os que irão dar suas ideias e sugestões de melhorias nos processos produtivos?  Fica por conta de cada um identificar os seus gaps de competências e tentar preenchê-los como melhor lhe couber no orçamento.


Sabendo também que carecemos de mais contato humano, mais interação. Estamos carentes de conversa franca e aberta, olho no olho. Não creio que precisariam de grandes investimentos para aliviar essa dor. Acredito mesmo que muitas rodas de conversas, dentro das organizações, poderiam reduzir boa parte do problema.

Joana Morales


É Coach pela Sociedade Latino Americana de Coaching
Facilitadora da metodologia The Inner Game.

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